Se Há Ventura
Identificação básica
Título: Se Há Ventura
Tipo de linguagem: Texto · Escrita autoral · Blog
Ano(s): 2009 – 2011
Autoria / Participação: Bruno Bortoleto · Rodrigo Lança
Status: Acervo · Projeto concluído
Apresentação / Descrição
Se Há Ventura é um projeto colaborativo de escrita intimista e confessional, desenvolvido entre 2009 e 2011, dedicado à elaboração de experiências afetivas, relações pessoais e sentimentos cotidianos por meio da palavra. Diferentemente de projetos autorais individuais, a escrita aqui se constrói na partilha: textos atravessados pelo desabafo, pela escuta e pela exposição do vivido em diálogo com o outro.
O blog funcionou como espaço de elaboração subjetiva e de convivência sensível, onde a poesia aparece menos como forma literária fechada e mais como linguagem de atravessamento. Escrever, nesse contexto, era um modo de sustentar vínculos, nomear afetos e compartilhar fragilidades, transformando a experiência pessoal em gesto comunicável.
Contexto de produção
Contexto: Colaborativo · Pessoal · Digital
Situação de criação: Projeto desenvolvido em parceria, em ambiente digital aberto, como continuidade e
deslocamento das experiências iniciais com blogs autorais. O espaço foi utilizado como forma de desabafo, reflexão afetiva
e troca sensível, sem estrutura editorial rígida ou compromisso com regularidade.
Linguagens envolvidas
- Escrita autoral
- Poesia confessional
- Narrativa em primeira pessoa
- Fragmentos afetivos
Materiais e acesso
Acesso ao material: https://sehaventura.blogspot.com/ ↗
Créditos e parcerias
Projeto desenvolvido em parceria por Bruno Bortoleto e Rodrigo Lança, ambos atuando como autores e editores do blog.
Observações
Se Há Ventura marca um momento importante de transição na trajetória: a passagem da escrita como gesto predominantemente íntimo para a escrita como prática de convivência. A palavra torna-se mais porosa ao outro, mais atravessada pelo diálogo e pela experiência compartilhada. Essa dimensão colaborativa reaparece e se aprofunda em projetos posteriores, consolidando a escrita como espaço de encontro, e não apenas de expressão individual.