Os Donos da Corte

Texto · Poesia · Blog coletivo · 2010–2011
⇪ Acesso / Download

Identificação básica

Título: Os Donos da Corte
Tipo de linguagem: Texto · Poesia · Blog coletivo
Ano(s): 2010 – 2011
Autoria / Participação: Bruno Bortoleto · Petrus Lee
Status: Acervo · Projeto concluído


Apresentação / Descrição

Os Donos da Corte é um blog coletivo dedicado à poesia e à escrita autoral, desenvolvido entre 2010 e 2011, que reúne textos atravessados pelo cotidiano, pela cultura urbana, pela vida noturna, pela política, pela música e pelas conversas de mesa. O projeto se constrói a partir de uma linguagem provocativa, excessiva e por vezes desordenada, assumindo o blog como espaço de experimentação literária e convivência simbólica.

Mais do que um repositório de textos, o blog funcionou como uma mesa aberta: um convite a chegar, sentar e permanecer. A escrita não se apresenta como produto acabado, mas como fluxo — algo que circula entre experiências pessoais, observação da cidade e comentários sensíveis sobre o tempo presente. Encontrar “tudo e nada” faz parte da proposta: a poesia aparece como excesso, como aquilo que não se deixa organizar completamente.


Contexto de produção

Contexto: Colaborativo · Cultural · Digital
Situação de criação: Projeto desenvolvido em parceria, com estrutura editorial definida, voltado à publicação contínua de poesia e textos autorais em ambiente digital. Inserido no contexto dos blogs culturais independentes do início dos anos 2010, explorou a internet como espaço de circulação literária, crítica sensível e encontro entre autores.


Linguagens envolvidas

  • Poesia
  • Escrita autoral
  • Texto literário
  • Crítica sensível do cotidiano

Materiais e acesso

Acesso ao material: https://osdonosdacorte.blogspot.com/ ↗


Créditos e parcerias

Projeto desenvolvido em parceria por Bruno Bortoleto e Petrus Lee, ambos atuando como autores e editores do blog.


Observações

Os Donos da Corte aprofunda o deslocamento iniciado em Se Há Ventura, consolidando a escrita como prática coletiva e pública. A poesia deixa de ser apenas confissão e passa a operar também como gesto provocativo, atravessado pela cidade e por uma postura crítica diante do mundo contemporâneo. O projeto antecipa preocupações editoriais e curatoriais que se desdobram posteriormente em revistas digitais e outras produções coletivas.