Aquela História Perdida
Identificação básica
Título: Aquela História Perdida
Tipo de linguagem: Texto · Escrita livre · Blog colaborativo
Ano(s): 2016 – 2020
Autoria / Participação: Bruno Bortoleto · Rodrigo Lança
Status: Acervo · Projeto concluído
Apresentação / Descrição
Aquela História Perdida é um projeto colaborativo e multidisciplinar de escrita livre, desenvolvido entre 2016 e 2020, reunindo textos sobre arte, literatura, música, política, viagens e narrativas ficcionais. Concebido como espaço de encontro entre autores, o blog funciona como uma prática de convivência e troca, em que a escrita não se organiza apenas como publicação, mas como construção conjunta de um repertório e de um universo narrativo compartilhado.
O projeto articula registros do cotidiano e exercícios de imaginação, transitando entre comentário, narrativa e experimentação textual. Ao reunir temas diversos e abordagens múltiplas, Aquela História Perdida afirma o blog como território de circulação de ideias e de criação em diálogo — um lugar onde o texto se escreve em relação, e não como gesto isolado.
Contexto de produção
Contexto: Colaborativo · Cultural · Digital
Situação de criação:
Blog desenvolvido em parceria como continuidade de experiências anteriores de escrita compartilhada. O projeto se estrutura como espaço editorial aberto,
voltado à publicação de textos diversos e à construção de um campo comum de referências, narrativas e temas.
Linguagens envolvidas
- Escrita livre
- Narrativas ficcionais
- Textos de reflexão e comentário
- Curadoria temática (por afinidade de assuntos)
Materiais e acesso
Acesso ao material: https://aquelahistoriaperdida.blogspot.com/ ↗
Créditos e parcerias
Projeto colaborativo desenvolvido por Bruno Bortoleto e Rodrigo Lança.
Observações
Aquela História Perdida consolida a escrita como prática de encontro e continuidade — não apenas pela coautoria, mas pelo modo como o blog organiza um espaço de circulação e construção conjunta de referências. O caráter multidisciplinar (arte, literatura, música, política, viagens e ficção) reforça a escrita como mediação cultural, aproximando o projeto de uma lógica editorial aberta e de um arquivo em movimento.